Fatores como “Educação e herança” moldam quem somos. A formação da mulher escolhida pelo atual inquilino do Palácio da Alvorada para se casar, após dois casamentos anteriores, é desconhecida, mas suas experiências de vida e comportamentos públicos a tornam um pouco mais transparente. Por sua maneira tímida de se expressar em eventos sociais, a recente manifestação dela em um palanque, em resposta às críticas de um deputado federal, não surpreendeu aqueles que já estavam familiarizados com seu estilo. Na verdade, já esperávamos o tipo de reação que ela iria ter, assim como a intensidade de suas palavras. Para nós, as declarações dela não eram uma surpresa; ouvimos até mesmo a expressão “bosta” sair de sua boca sem que isso nos chocasse. Afinal, era apenas a Janja se manifestando e, ao refletirmos sobre isso, imaginamos que uma dama de classe mundial poderia estar admirada ao ouvir tais palavras. Contudo, reitero que para nós essa atitude não foi inesperada. Após essa fala, muitos analistas políticos caracterizaram sua linguagem como “baixaria”, mas havia quem dissesse que “Janja estava na dela”, conforme mencionado por um frequentador do bar no Morro da Rocinha. Era claro que ela estava no seu ambiente e em seu círculo social; esperar uma retórica sofisticada seria pedir demais. O que ela disse sobre o deputado Nicolas Ferreira foi: “Piá de bosta”. Portanto, não há razão para espanto; todos sabemos o padrão esperado de uma figura como Janja. O verdadeiro problema surge quando nós da mídia atribuímos importância excessiva ao que ela diz. Que tipo de discursos poderíamos esperar dela? Construções brilhantes? Ou algo à altura de alguém como Margaret Thatcher? Às vezes é mais garantido esperar por respostas vazias do que qualquer outra coisa.
GRIFE
As abelhas não perdem tempo tentando convencer as moscas de que mel é preferível a cocô…
FOLHETINS
Você sabia qual operação gerou lucros significativos em Cascavel? A transferência da “conta salários da Prefeitura” do Bradesco para a Caixa Econômica resultou em um pagamento considerável por parte da instituição financeira. Esse montante deveria ter sido destinado ao IPMC, onde poderia ser utilizado em benefício dos servidores públicos. No entanto, não se tem conhecimento sobre como o ex-prefeito administrou essa quantia substancial e a Câmara Municipal parece indiferente à situação. Atualmente, os vereadores estão em campanha pela reeleição e não se preocupam em informar os funcionários sobre esse lucro significativo. A interrogação paira no ar: será que esses recursos são destinados à compra de mais ônibus para o sistema ou para cobrir despesas luxuosas no Caribe?
Vamos lá, povo… Votem…
A coluna pode documentar através de fotografias a contínua desordem na área do Marista – conforme relatos especialmente dos moradores – mas além disso nada mais pode ser feito. A solução depende essencialmente de dois fatores: primeiro, o desejo do governo municipal em corrigir os problemas que ele mesmo criou e segundo, delegar a tarefa a profissionais competentes. Enquanto isso, as imagens continuarão a registrar diariamente as reclamações pertinentes.
MESA DE BAR
Ao sair do consultório médico, avó leva consigo uma amostra gratuita de supositório para tratar sua prisão de ventre e solicita ajuda ao neto para realizar o procedimento na volta para casa. Com a barrinha em mãos e diante da situação peculiar, ele pergunta à avó qual seria o lugar correto para colocar o supositório:
- Vovó… É no “franzidinho ou no orelhudo”?
-Garçom… Mais uma cerveja gelada, por favor!
O post EDUCAÇÃO – to be or not to be apareceu primeiro em O Paraná – Jornal de Fato.
