Festa do Trabalhador em São José: Da tradição das tinas de madeira ao recorde do maior costelão global
Existem memórias que não se deterioram com o tempo — elas simplesmente se tornam mais ricas em afeto. Com 97 anos, Padre Santo Pelizzer expressa a calma de um homem que testemunhou o surgimento e o desenvolvimento de uma cidade, além de aprender a celebrá-la. Para ele, as festividades do Trabalhador e do Costelão ao Fogo de Chão transcendem eventos; são partes vivas de uma narrativa moldada por fé, comunhão e o calor característico do fogo de chão. Recebeu a equipe do Hoje Express em seu escritório adjunto ao seu lar, onde reside há 38 anos, dentro do Seminário São José Operário.
Ao desembarcar em Cascavel no dia 30 de março de 1958, oriundo de Vacaria, Rio Grande do Sul, e com apenas um ano de sacerdócio, encontrou um cenário bem diferente — quase primitivo. Ele recorda com humor sua che...



